"Begonha Caamanho, uma das nossas" é un libro publicado en 2026 por Através Editora. Está escrito conxuntamente por Charo Lopes, Lara Rozados e Isaac Lourido.
A obra preséntase como un traballo de homenaxe que confronta a imaxe institucional de Begoña Caamaño coa súa realidade como activista feminista, independentista e solidaria. O libro estrutúrase en tres partes fundamentais:
- Un percorrido biográfico: Unha aproximación á súa vida sen pretensións de totalidade, construída desde unha perspectiva próxima.
- Un estudo da súa obra: Unha análise detallada do seu legado literario a cargo de Lara Rozados.
- Un texto introdutorio: Unha peza de Isaac Lourido que axuda a conectar e difuminar as fronteiras entre a súa vida e a súa obra.
O volume busca reivindicar a figura de Caamanho fóra dos moldes académicos tradicionais, lembrando a súa faceta máis comprometida e transgresora.
A comemoração de uma escritora no Dia das Letras Galegas tem acarretado, historicamente, a normalização da sua figura: a recuperação de aqueles aspetos da sua trajetória que encaixam nos moldes académicos e o subsequente descarte de aqueles outros que os transgridem.
Com este volume pretendemos confrontar a Begoña Caamaño reivindicada pela cultura, pública e privada, da Autonomia. Encontramos em documentos, em conversas e nos seus próprios textos uma Begonha Caamanho que grafava o nome dessa maneira, que escrevia conscientemente situada, que militava com radicalidade no feminismo da diferença e no independentismo galego, que se solidarizava com as presas políticas galegas e do mundo todo, que reinventava as mitologias e as personagens para subverter a ordem patriarcal dos discursos literários e históricos.
Contém este volume três aproximações: um percurso pela vida da homenageada sem pretensões de totalidade, construído por um olhar honestamente parcial; um sério estudo da sua obra, cujo rigor é em si um reconhecimento do valor do macrotexto em foco; e um terceiro texto, colocado no início para perspetivar a leitura e difuminar a distinção entre vida e obra.
Eis uma proposta para pensar, de uma maneira original e justa, aquela que tantas pessoas e coletivos consideramos uma das nossas.
Com este volume pretendemos confrontar a Begoña Caamaño reivindicada pela cultura, pública e privada, da Autonomia. Encontramos em documentos, em conversas e nos seus próprios textos uma Begonha Caamanho que grafava o nome dessa maneira, que escrevia conscientemente situada, que militava com radicalidade no feminismo da diferença e no independentismo galego, que se solidarizava com as presas políticas galegas e do mundo todo, que reinventava as mitologias e as personagens para subverter a ordem patriarcal dos discursos literários e históricos.
Contém este volume três aproximações: um percurso pela vida da homenageada sem pretensões de totalidade, construído por um olhar honestamente parcial; um sério estudo da sua obra, cujo rigor é em si um reconhecimento do valor do macrotexto em foco; e um terceiro texto, colocado no início para perspetivar a leitura e difuminar a distinção entre vida e obra.
Eis uma proposta para pensar, de uma maneira original e justa, aquela que tantas pessoas e coletivos consideramos uma das nossas.
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Editorial: Atraves 06-2026
Idioma: Galego
Páxinas: 130
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