- O turismo depredador: Por unha banda, a promoción que fan os medios de comunicación, corporacións privadas e institucións públicas de modelos turísticos enfocados puramente no consumo masivo e que deterioran o territorio e o modo de vida local. [1]
- A resistencia local: Pola outra, as críticas de sectores organizados e comunidades que ven o turismo masivo como unha ameaza directa aos seus intereses, chegando a sinalar os visitantes como "invasores".
Viagens são uma atividade humana com milhares de anos de história. Pessoas viajamos. No entanto, na atualidade as nossas formas de viajar e visitar têm originado importantes problemas para as comunidades. O que se passa com o turismo? Numa mão, meios de comunicação social, corporações privadas e instituições públicas aliciam modelos de turismo virados para o consumo, depredadores dos territórios e das formas de existência que os habitam. Na outra, intelectuais e setores organizados das comunidades locais criticam frontalmente o turismo como atividade contrária em si aos seus interesses e mesmo assinalam turistas como invasores. Para além destes dois quadros contrapostos, existem em distintos âmbitos análises profundas e propostas concretas. O seu intuito, compatibilizar a humaníssima atividade da viagem, da visita, com a permanência e a reprodução das comunidades locais. Uns meses antes de começar o ano Jacobeu 2027, este volume junta várias destas vozes, tencionando movimentar um debate social radical volta do turismo, de maneira a promover tomadas de posição públicas no caminho de um novo modelo turístico.
____
Editorial: Atraves 06-2026
Idioma: Galego
Páxinas: 140
VIAXAR
TURISMO